sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"O Rei sem ofício" parte 2

O fazendeiro gostou muito de ver como Samael, o Rei, aprendeu suas tarefas, tornando-se rapidamente um bom pastor.
Eles viveram dias felizes na fazenda.











Um dia, o Sultão daquela Ilha convida seus amigos
a passearem além dos bosques.
Todos toparam e montaram em seus cavalos.
Depois de muito galoparem, eles pararam pra descansar.














Foi neste momento, que o Sultão viu pela primeira vez a filha do Rei Pastor. Não é preciso dizer que ele logo se apaixonou. Os dois conversaram e ele percebeu que a jovem donzela era muito inteligente.
O Sultão então, foi procurar o pai da linda moça para pedir-lhe em casamento.













O Rei Pastor foi ao encontro do Sultão e ainda escondendo sua identidade, ouviu atentamente o pedido do nobre homem.
Mas, para espanto de todos, o Rei Pastor perguntou ao Sultão, se ele sabia fazer alguma coisa, se ele tinha um ofício. Ao ouvir que não, o Rei Pastor então, disse-lhe que procurasse aprender algum ofício e que só depois voltasse para casar com sua filha.












O Sultão, a princípio, achou aquilo um insulto, mas, como estava muito apaixonado, resolveu procurar os melhores tapeceiros da cidade para aprender o ofício.








Aprendeu a costurar...



















aprendeu a bordar...















a testar a linha...




















e costurar.











Durante dias, o Sultão aprendeu tudo que podia sobre a arte doa tapetes.


















Um belo dia, o Sultão procurou o Rei Pastor e entregou-lhe um tapete muito bem confeccionado, de cores vibrantes e firmes.
O Rei Pastor ficou muito feliz com o desempenho do Sultão, mas disse que quem decidiria mesmo se eles casariam ou não era sua filha.













Bem, se você está curioso pra saber se a princesa disse sim, não fique aí parado, vá perguntar ao aventureiro da sua corte, ele certamente terá muitas coisas a dizer.

sábado, 4 de setembro de 2010

"O Rei sem ofício" parte 1

Era uma vez um Rei muito rico chamado Samael.
Seu castelo era o mais belo do mundo e lá ele vivia com sua filha, a princesa.
Qualquer que fosse seu desejo, havia sempre uma pessoa pronta a realizá-lo.
Um sábio, conselheiro do Rei, sempre dizia a vossa majestade que ela deveria se dedicar mais em aprender algumas coisas.









Um dia o Rei mandou anunciar que viajaria à terras bem distantes em companhia de sua filha e que precisaria de marujos bem corajosos.













Pode-se dizer que um grande número de marinheiros se prontificou.











Eles partiram, mas no meio do caminho foram surpreendidos por uma terrível tempestade.












Ventos muito fortes fizeram o navio balançar e as velas não aguentaram.











- Homens ao Mar!! - dizia o capitão.
O desespero foi total.
















Mesmo debaixo d'água, todos os tripulantes conseguiram se agarrar a pedaços de madeiras
e sobreviver.














O Rei e sua filha foram parar numa praia, onde foram acolhidos por pescadores. Como estavam muito maltrapilhos, preferiram esconder a identidade real.
Por alguns dias eles ficaram na aldeia, mas como não sabiam pescar, tiveram que procurar trabalho no interior da ilha.






Depois de muito caminhar, eles encontraram uma fazendeira que estava precisando de pastores que cuidassem de suas ovelhas.
- Vocês sabem pastorear?
O Rei não hesitou em dizer que não e a fazendeira franziu a testa e silenciou.
O que será que vai acontecer com o Rei e sua filha?






outras imagens da aventura












segunda-feira, 30 de agosto de 2010

"o presente dos anõeszinhos" parte 2

Os dois andarilhos caminharam bastante e dormiram numa estalagem à beira da estrada. Quando acordaram, uma grande surpresa, o cabelo tinha crescido novamente e o ourives já não era mais corcunda.
Pra completar, o carvão que estava dentro do saco havia se transformado em ouro.






Eles ficaram de pernas pro ar de tanta felicidade. O alfaiate disse que com aquele ouro poderia comprar máquinas novas, tecidos, reformar o atelier e produzir muitas peças.












Já o ourives, disse que aquilo era pouco e que voltaria na aldeia dos anõeszinhos com um saco bem maior e apanharia uma quantidade grande de carvão.
Dizendo isso, partiu.














Assim que o atelier ficou pronto, o alfaiate trabalhou muito, desenhando e pintando tecidos.











Confeccionando lindas peças...


















organizando desfiles...











que encantaram até as princesas.














O ourives esperou a próxima lua cheia e voltou na aldeia dos anõeszinhos. Tudo aconteceu como na primeira vez, ele dançou e cantou, o mago cortou seus cabelos e indicou-lhe o carvão. O ourives pegou tanto quanto pode, quase apagando a fogueira.







Na manhã seguinte, as coisas não aconteceram da maneira como o Ourives pensou e as surpresas não foram tão boas...











Se você ficou curioso, não durma no ponto.
Pergunte ao seu anãozinho preferido.










outras imagens da aventura.
















terça-feira, 24 de agosto de 2010

"O presente dos anõeszinhos"

Era uma vez uma aldeia que ficava próximo a uma montanha. Nela moravam muitos anõeszinhos.










Era comum todos os fins de tarde encontrá-los ao redor das fogueiras se divertindo com seus amigos.











Quando a noite chegava, um Mago cumprido e magrelo aparecia e todos dançavam e cantavam próximos do fogo.
♫ o peão entrou na roda, o peão.. roda peão, bambeia peão... ♫








Foi numa dessas noites, que dois andarilhos se aproximaram da aldeia. Um era alfaiate e o outro, corcunda, era ourives.
Eles ouviram a cantoria dos anões e resolveram observar.















O Mago, percebeu através da bola dourada, que estavam sendo espionados e convidou os dois visitantes a se aproximarem do fogo.
- Entrem na roda e dancem conosco!









Os andarilhos ficaram assustados, mas aceitaram o convite. Meio sem jeito, eles começaram a dançar dentro da roda e foram gostando.










Foi então, que o Mago aproveitou um momento de distração dos andarilhos e como magia, fez cair os cabelos da cabeça dos dois.
Eles ficaram assustados e o Mago disse-lhes que não temessem.












Deu um saco cheio de carvão a cada um e eles partiram.
Se você ficou curioso para saber o mistério desses carvões, procure o anãozinho que mora aí na sua casa e divirta-se!








outras imagens da aventura














deixe seu comentário, participe desta aventura!!